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Documentos Curso de Nutrição

 Revista Nutrire

 Revista da Associação Brasileira de Nutrição (RASBRAN)

 Revista Brasileira de Nutrição Esportiva

 Revista Brasileira de Nutrição Clínica

 GARCIA, RWD. Reflexos da globalização na cultura alimentar: considerações sobre as mudanças na alimentação urbana. Rev. Nutrição, Campinas, 16(4): 483-92, out/dez 2003. 

HALLSTROM, Lasse. Chocolate. Filme, 105 min. EUA, 2000. Estúdio Miramax Films. Distribuição: Miramax Films / Lumière Brasil.

IBGE. Tabela de composição de Alimentos. 5° Ed. Rio de Janeiro: Endefe, 1999.

PINZON, V. D., et al. Quem são os jovens pacientes de um serviço de referência nacional em transtornos alimentares no Brasil?: estudo transversal de uma amostra clínica. Trends Psychiatry Psychother. [online]. 2013, vol.35, n.3, pp. 221-228. link para acesso.

PHILIPPI, S. T., CARDOSO, M.G.L,; KORITAR, P.; ALVARENGA, M. Risk behaviors for eating disorder in adolescents and adults with type 1 diabetes. Rev. Bras. Psiquiatr.[online]. 2013, vol.35, n.2, pp. 150-156. ISSN 1516-4446. link para acesso.

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RAMOS, A. P.; BORTAGARAI, F. M. A comunicação não-verbal na área da saúde. Revista SEFAC. São Paulo, 2011.

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COHN, Clarice. O Ensino de Antropologia da Saúde na Graduação: uma experiência.

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Revista Bioetica

SASSAKI, R. K. Terminologia sobre deficiência na era da inclusão

 

 Guias e manuais:

  1. Ministério da Saúde. Entendo o SUS. 2007.
  2. RECINE, E. MORTOZA, A. S.; Consenso sobre habilidades e competências do nutricionista no âmbito da saúde. Brasília: Observatório de Políticas de Segurança e Nutrição, 2013. 64 p. ;
  3. Ministério da Saúde. Manual de condutas gerais do Programa Nacional de Suplementação de Ferro. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.
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  8. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. (Série E. Legislação em Saúde). 
  9. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Caderno de atenção domiciliar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2012.
  10. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Caderno de atenção domiciliar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério  da Saúde, 2013.
  11. MENEZES, F. SANTARELLI, M.; Da estratégia “Fome Zero” ao plano “Brasil sem miséria”: elementos da seguridade social no Brasil. Rio de Janeiro:  Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE), 2011. 
  12. RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 38, DE 16 DE JULHO DE 2009.
  13. RESOLUÇÃO Nº 26 DE 17 DE JUNHO DE 2013.
  14. BRASIL. Ministério da Educação. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Cartilha Nacional da Alimentação Escolar. Brasília, DF: 2014. 
  15. Ministério da Educação. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).  Aquisição de produtos da agricultura familiar para alimentação escolar. Brasília, DF: 2014.
  16. O Papel do nutricionista no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) / [organizadores Francisco de Assis Guedes  de Vasconcelos...et al.]. - 2. ed. - Brasília : PNAE : CECANE-  SC, 2012.  38 p. ; il., grafs., tabs.
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  18. Ministério da Saúde. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. (Série B. Textos Básicos de Saúde).
  19. Ministério da Saúde. Protocolos do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional - SISVAN na assistência à saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2008. (Série B. Textos Básicos de Saúde).
  20. Fundação Nacional de Saúde. Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas. - 2ª edição - Brasília: Ministério da Saúde Fundação Nacional de Saúde, 2002. 40 p.
  21. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Caderneta de saúde da pessoa idosa : manual de preenchimento / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2008. 24 p. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
  22. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: hipertensão arterial sistêmica / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 128 p. : il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 37). 
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  2. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica : obesidade / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014. 212 p. : il. – (Cadernos de Atenção Básica, n. 38).
  3. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Estratégia de fortificação da alimentação infantil com micronutrientes (vitaminas e minerais) em pó – NutriSUS: uma estratégia de prevenção das defi ciências nutricionais vinculadas às creches do Programa Saúde na Escola: manual de operacional / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014.52p. : il.  
  4. Biblioteca Rede Nutri
  5. Brasil. Ministério da saúde. Secretaria de atenção à saúde. Departamento de atenção Básica. Guia alimentar para a população brasileira / ministério da saúde, secretaria de atenção à saúde, departamento de atenção Básica. – 2. ed. – Brasília : ministério da saúde, 2014.
  6. Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica - ABESO. Diretrizes brasileiras de obesidade. 4ª ed. São Paulo: ABESO; 2016.
  7. Sociedade Brasileira de Cardiologia. Sociedade Brasileira de Hipertensão / Sociedade Brasileira de Nefrologia. VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão. Arq Bras Cardiol 2010; 95(1 supl.1): 1-51.
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  9. OLIVEIRA JEP, MONTENEGRO JUNIOR RM, VENCIO S. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes 2017-2018 /São Paulo : Editora Clannad, 2017.
  10. Secretaria de Estado da Saúde/Coordenadoria de Controle de Doenças/Centro de Vigilância Sanitária – Divisão de Produtos Relacionados à Saúde. Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013. DOE de 19/04/2013 – nº. 73 – Poder Executivo – Secção I – pág. 32 – 35.
  11. Sociedade Brasileira de Pediatria. Avaliação nutricional da criança e do adolescente – Manual de Orientação / Sociedade Brasileira de Pediatria. Departamento de Nutrologia. – São Paulo: Sociedade Brasileira de Pediatria. Departamento de Nutrologia, 2009. 112 p.
  12. Código de ética do nutricionista.
  13. Resoluções do Conselho Federal de Nutricionistas:Lei Federal 8234/91 e Lei Federal nº 6.583/78 e Decreto Federal nº 84.444/80
  14. Revista: Bioética. CFM. Brasil.
  15. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. ABNT NBR 14724. 3a Ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2011.
  16. AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, ACADEMY OF NUTRITION AND DIETETICS, DIETITIAN OF CANADA. Nutrition and Athletic Performance, MEDICINE & SCIENCE IN SPORTS & EXERCISE, 543-568, 2016.
  17. HERNANDEZ, A. J., NAHAS, R. M. (Editores). Modificações dietéticas, reposição hídrica, suplementos alimentares e drogas: comprovação de ação ergogênica e potenciais riscos para a saúde. Rev. Bras. Med. Esporte 15 (3): 3-12, 2009.
  18. SEBRAE. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae. Food Truck:  modelo de negócio e sua regulamentação. Brasília: Sebrae; 2015.
  19. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2009.
  20. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de vigilância Sanitária, Resolução nº 63, de 06 de julho de 2000. Aprova regulamento Técnico para a prática da Terapia Nutricional Enteral.
  21. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de vigilância Sanitária, Portaria nº 272, de 08 de abril de 1.998. Aprova regulamento Técnico para a prática da Terapia Nutricional Parenteral.
  22. Sociedade Brasileira de Pediatria. Departamento Científico de Nutrologia. Obesidade na infância e adolescência: Manual de Orientação.  2ª. Ed. São Paulo: SBP, 2012.
  23. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA. Coordenação Geral de Gestão Assistencial. Hospital do Câncer I. Serviço de Nutrição e Dietética. Consenso nacional de nutrição oncológica. / Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva; Nivaldo Barroso de Pinho (organizador) – 2. ed. rev. ampl. atual. – Rio de Janeiro: INCA, 2016.
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  25. HERNANDEZ, A. J.,  NAHAS, R. M. (Editores). Modificações dietéticas, reposição hídrica, suplementos alimentares e drogas: comprovação de ação ergogênica e potenciais riscos para a saúde. Rev. Bras. Med. Esporte 15 (3): 3-12, 2009. 
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  27. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Alimentação saudável para a pessoa idosa: um manual para profissionais de saúde / Ministério da saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2009.
  28. Turolla, M. S. R; Nascimento, E. S. Informações toxicológicas de alguns fitoterápicos utilizados no Brasil. Revta. Bras. C. Farm., 42(2), abr./jun, 2006.
  29. Brasil. LEI Nº 15.947, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2013.  Dispõe sobre as regras para comercialização de alimentos em vias e áreas públicas - comida de rua - e dá outras providências.
  30. Brasil. DECRETO Nº 55.085, DE 6 DE MAIO DE 2014. Regulamenta a Lei nº 15.947, de 26 de dezembro de 2013, que dispõe sobre as regras para comercialização de alimentos em vias e áreas públicas – comida de rua. Diário oficial da cidade de São Paulo.
  31. Caniato, A.M.P. A violência do preconceito: a desagregação dos vínculos coletivos e das subjetividades. Retirado do World Wide Web http://www.psicologia.ufrj.br/abp/Arquivos Brasileiros de Psicologia, v. 60, n. 2, 2008. 
  32. Ministério da Justiça. Programa Nacional de Direitos Humanos. Brasília, 1996 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, 2004.