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O curso de Farmácia do Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do ABC realiza nesta quinta-feira (21), pelo quarto ano consecutivo, ação para orientação da população contra o mosquito Aedes aegypti e as doenças por ele transmitidas. A iniciativa das 9h às 13h busca chamar a atenção de pacientes, acompanhantes, funcionários, alunos e demais usuários do campus universitário da FMABC para a importância da eliminação dos focos de transmissão e prevenção das doenças.
 
“O objetivo principal da campanha é justamente alertar para os principais sintomas e as diferenças entre dengue, Zika e chikungunya, bem como a febre amarela, que também pode ser transmitida pelo Aedes aegypti. Buscaremos orientar a população sobre as caraterísticas do mosquito para a correta identificação, além de apresentarmos medidas eficientes de eliminação dos criadouros, a respeito do uso adequado de repelentes e sobre os medicamentos que devem ser evitados por conter ácido acetilsalicílico, pois podem agravar o estado clínico de pessoas infectadas”, detalha a coordenadora do curso de Farmácia da FMABC, Dra. Sonia Hix.
 
PALESTRAS E ORIENTAÇÃO
A campanha na Faculdade de Medicina do ABC contará com cerca de 20 alunos de Farmácia, do 1º ao 5º ano de graduação, e organização da Liga de Assistência Farmacêutica. Coordenados pelos docentes Carla Pombal Bianchini, Ana Beatriz Ramos de Oliveira Pinn e Sonia Hix, os trabalhos ocorrerão na recepção do ambulatório do prédio Anexo III, no campus universitário em Santo André (Av. Lauro Gomes, 2.000, Vila Sacadura Cabral). Haverá palestras de orientação e estande com exemplares de larvas e pupas do Aedes aegypti, gráficos detalhando o desenvolvimento do mosquito – desde o ovo até o mosquito adulto –, assim como os diferentes tipos de repelentes e as respectivas indicações.
 
Amostras de medicamentos contendo ácido acetilsalicílico serão exibidas, a fim de reforçar junto à população que esse tipo de fármaco deve ser evitado em casos de suspeita de dengue. Também serão distribuídos folhetos explicativos da Vigilância Epidemiológica e amostras caseiras de repelente à base de cravo, álcool de cereais e óleo de amêndoa, preparadas pelos discentes do curso sob supervisão do professor José Armando Júnior.